Eu queria subir bem no alto de uma montanha só para ver a terra lá de cima. No Vaticano, consegui! Foram mais de 500 degraus para ver o visual do alto da Basília de São Pedro.
Para começar o passeio em Roma confiro a programação: a que recebemos todos os dias com as informações dos eventos que acontecerão, dos passeios, dos horários de saída e retorno ao navio, da previsão do tempo, dos horários de funcionamento das dependências do navio, etc. O Emerson, caminha em direção a saída do navio, imaginando que a estação de trem esteja próxima, mas até mesmo o caminho dentro do porto começa a parecer muito longo. Quando percebemos não sabemos como sair dali.
Com uma van, por vinte dólares, chegamos na estação em Civitavecchia e pegamos um trem direto para o Vaticano. Me impressiono com sua grandiosidade e beleza. Não imaginava que seria assim. Entramos na basílica e vamos direto para a cúpula. Encontramos uma escada e eu fui subindo em busca de um visual bacana para filmar, coisa que fazemos em todos os filmes, sempre buscamos imagens incríveis para compartilhar.
A escada não tem fim e seguimos um caminho bem apertado subindo degrau por degrau sem saber o que viria. Foram 500 degraus e no destino final eis que surge um visual incrível do alto da basílica para a cidade toda e com a Praça São Pedro bem ali embaixo de nós, podíamos ver tudo, conseguimos chegar em um ponto bem alto para ver a Terra.
Descemos para conhecer agora a basílica, suas obras, sua historia, sua riqueza. Tudo muito bonito, mas muito escuro, mórbido. A cada momento percebo a importância do projeto. Decidimos iniciar a jornada pelo mundo e pela história da humanidade para promover a verdade que liberta o ser humano dos condicionamentos mentais referentes ao passado.
Seguimos o passeio no estilo Quiroga de ser, tudo vai dando certo. Temos dificuldade para nos comunicar, mas acabamos nos entendendo. O inglês nessa hora ajuda muito, é o mais fácil. Assim, chegamos no centro e ficamos bobos com o cenário. No Coliseu percebo o quanto a evolução é preciosa e que cada ação do passado nos levou ao que somos hoje. É imenso, além de surreal, muito impressionante. Como construímos com as próprias mãos algo desse tamanho? Com essa estrutura? É bastante intrigante e imagino como será nosso futuro.

Saímos um pouco tontos de lá, ficamos de frente a um passado que já não faz mais parte de nossa existência aqui e agora. Parece pegadinha, mas quando chegamos em Civitavecchia fimos seguindo o fluxo sentido o porto a pé, pois não havia táxi disponível. A caminhada foi bem longa, bem sofrida, comparamos a uma peregrinação, que pesado! Quando chegamos na cabine do navio o Emerson beija o chão e agradece pela paz, por estar novamente no "paraíso" rs. Tomamos um banho para descarregar a energia e revitalizar o corpo, que alivio! Teremos dois dias de tranquilidade navegando até chegarmos em Atenas.
Saímos um pouco tontos de lá, ficamos de frente a um passado que já não faz mais parte de nossa existência aqui e agora. Parece pegadinha, mas quando chegamos em Civitavecchia fimos seguindo o fluxo sentido o porto a pé, pois não havia táxi disponível. A caminhada foi bem longa, bem sofrida, comparamos a uma peregrinação, que pesado! Quando chegamos na cabine do navio o Emerson beija o chão e agradece pela paz, por estar novamente no "paraíso" rs. Tomamos um banho para descarregar a energia e revitalizar o corpo, que alivio! Teremos dois dias de tranquilidade navegando até chegarmos em Atenas.


